
PERMANÊNCIA
Aninho um perdido olhar
nos parapeitos de bruma
que um gélido Sol arruma
raio a raio, sobre o mar,
à empilhar a espuma.
nos parapeitos de bruma
que um gélido Sol arruma
raio a raio, sobre o mar,
à empilhar a espuma.
O distante emerge perto.
Entre as neblinas do sonho
que tocando decomponho
e lanço no abismo aberto
do incerto e do medonho.
Entre as neblinas do sonho
que tocando decomponho
e lanço no abismo aberto
do incerto e do medonho.
Dança uma aragem perdida
que os meus fantasmas, ridentes,
aquém das grades dos dentes
assopram. Brisa vencida
pendurada no presente.
que os meus fantasmas, ridentes,
aquém das grades dos dentes
assopram. Brisa vencida
pendurada no presente.
E vou, grotesca verruma
perfurando névoa e ar,
à lançar ganchos do olhar
aos parapeitos de bruma
das janelas à escalar.
perfurando névoa e ar,
à lançar ganchos do olhar
aos parapeitos de bruma
das janelas à escalar.
Cecílio Mei Reles.
"Dança serpentina...
ResponderExcluirDança que das aragens vou percorrer viagem.
Vem me balsamar com sua bruma,vem me banhar com a espuma...
Sopra-me a fantasia vinda das janelas da benfeitoria.
Perfura esta luzerna,adentra na inquietação,
vagueia minha quimera..."
Um Grande beijo.
CONVITE
ResponderExcluirPrimeiro, eu vim ler o seu blogue.
Agora, estou lhe convidando a visitar o meu, e se possivel seguirmos juntos por eles. O meu blogue, é muito simples. Mas, leve e dinamico. Palpitamos sobre quase tudo, diversificamos as idéias. mas, o que vale mesmo, é a amizade que fizermos.
Estarei grato, esperando VOCÊ, lá.
Abraços do
http://josemariacostaescreveu.blogspot.com